Pesquisa mostra Cláudio Andrade com 70,05% de aprovação popular

O instituto Pappel divulgou agora, pela manhã, mais uma rodada de aferição dentro do programa “Radiografia Política de Campos dos Goytacazes”, uma pesquisa feita com 1.680 pessoas distribuídas pelas quatro zonas eleitorais de Campos dos Goytacazes.

Segundo o instituto, o vereador Cláudio Andrade (PSDC), líder do partido na Câmara, membro da CCJ, Presidente da Comissão de Obras da Câmara e com doze leis sancionadas pelo prefeito em apenas dois anos e meio de mandato, aparece com 70,05% de aprovação popular.

Na Zona 75/249 ele aparece com 65.52%; Zona 76/100 com 69.73%; Zona 98/99 com 75.55%, e na 129 com 71.28%.

Para Cláudio Andrade a manutenção do alto índice de popularidade se deve às visitas semanais, aos “gabinetes itinerantes” e os de “ação”. Além do “Gabinete na Praça São Salvador”, que é mensal, com 15 edições até o momento. Além das ações na Comissão de Obras, que circula por vários bairros e as pinturas e limpezas de ruas e praças, como exemplos de reconhecimento popular.

Andrade destaca também que em apenas dois anos e seis meses de legislatura, foram encaminhados mais de mil e quinhentos ofícios de requerimento e pedidos de informação aos setores públicos e centenas de atendimentos feitos à população, pessoalmente, no gabinete.

Cláudio Andrade destaca ainda a entrada em vigor de doze leis de sua autoria, dando destaque a de combate à corrupção, a que protege os deficientes auditivos, a que obriga a carteira de vacinação em dia no ato da matrícula e rematrícula nas escolas públicas e privadas e, ainda, a criação do Conselho de Combate à Corrupção. Esses são apenas alguns exemplos de leis que deram muita visibilidade ao seu mandato.

Vale destacar que, desde janeiro de 2017, Cláudio mantém a média de aprovação popular acima de setenta por cento, algo raro nesse delicado momento político que o país atravessa. Na pesquisa de hoje, o patamar de 70,05 é algo sensacional.

Por fim, Cláudio disse que continuará trabalhando firme, tentando implantar uma nova visão de se fazer política. Nela, o mandato é participativo e as pessoas aprendem a ser independentes, qualificando assim o seu voto através do conhecimento que liberta e faz o cidadão crescer.

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